Ansiedade Não é Seu Inimigo: O Que a Psicologia Descobriu Sobre Essa Emoção

domingo, 8 de março de 2026




 # Ansiedade faz parte da natureza humana — e talvez você tenha entendido ela da forma errada


A ansiedade faz parte da natureza humana.


Ela não é um defeito da mente.  

Ela não é uma falha emocional.  

E muito menos um sinal de fraqueza.


A ansiedade é um dos mecanismos mais antigos de sobrevivência que existem dentro do cérebro humano.


Durante milhares de anos, ela ajudou nossos ancestrais a sobreviver.


Quando algo no futuro parecia incerto ou perigoso, o cérebro ativava um sistema interno de alerta.


O corpo ficava mais atento.  

O coração batia mais rápido.  

A mente começava a pensar em possibilidades.


Enquanto o medo reage ao perigo que já está na nossa frente, a ansiedade reage ao que ainda pode acontecer.


Ela tenta nos preparar.


O problema é que, na cultura atual, nós aprendemos a tratar a ansiedade como se ela fosse apenas um inimigo.


Mas a ciência começa a mostrar que isso não é completamente verdade.


A psicóloga e pesquisadora Tracy Dennis-Tiwary, professora de psicologia e neurociência na City University of New York e especialista no estudo das emoções, explica algo que muda completamente a forma de entender essa emoção.


Segundo ela, a ansiedade não foi criada para nos destruir.


Ela foi criada para nos preparar para lidar com o futuro.


O problema não é sentir ansiedade.


O problema é não saber o que fazer com ela.


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## Quando a ansiedade vira combustível


A própria pesquisadora conta uma experiência pessoal que mudou a forma como ela entendia essa emoção.


Seu filho nasceu com uma doença cardíaca congênita e precisaria passar por cirurgia.


Como qualquer mãe diante de uma situação assim, ela foi tomada por uma avalanche de sentimentos.


Medo.  

Preocupação constante.  

Incerteza.


Ela não sabia exatamente o que iria acontecer.


Mas ela percebeu algo curioso.


A ansiedade não a deixou paralisada.


Pelo contrário.


Ela começou a usar aquela energia emocional para agir.


Ela pesquisou médicos.  

Estudou sobre a doença.  

Organizou cada detalhe do tratamento.  

Acompanhou cada passo da recuperação.


A ansiedade estava ali.


Mas em vez de ser apenas sofrimento, ela virou energia direcionada para proteger o filho.


Foi nesse momento que ela percebeu algo profundo:


a ansiedade pode ser desconfortável, mas também pode ser uma força de mobilização.


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## O que acontece no cérebro quando sentimos ansiedade


A neurociência ajuda a explicar isso.


Quando a ansiedade aparece, duas áreas importantes do cérebro entram em atividade.


A primeira é a amígdala cerebral, uma estrutura responsável por detectar perigo e ativar o estado de alerta.


A segunda é o córtex pré-frontal, a parte do cérebro responsável por planejamento, raciocínio e tomada de decisões.


Quando essas duas regiões trabalham juntas de forma equilibrada, algo interessante acontece.


A amígdala envia o sinal:


“Algo importante pode acontecer.”


E o córtex pré-frontal começa a responder:


“Então vamos pensar em como lidar com isso.”


Esse processo aumenta:


* foco  

* atenção  

* capacidade de planejamento  

* preparação para desafios


Ou seja, a ansiedade ativa o cérebro para pensar no futuro.


Ela aumenta a vigilância e faz a mente buscar soluções.


É por isso que muitas pessoas produzem melhor quando sentem um certo nível de pressão emocional saudável.


Sem esse estado de alerta, o cérebro tende a ficar mais passivo.


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## O erro que muitas pessoas cometem


Hoje a sociedade repete constantemente uma mensagem:


“Você precisa eliminar sua ansiedade.”


Mas isso cria uma expectativa impossível.


Porque ansiedade não é uma doença isolada que simplesmente desaparece.


Ela é uma emoção natural do cérebro humano.


Quando a pessoa entra em guerra contra qualquer sensação de ansiedade, ela acaba criando mais ansiedade ainda.


É como tentar impedir o coração de bater mais rápido antes de um momento importante.


O corpo está tentando se preparar.


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## Como usar a ansiedade a seu favor


A pergunta então não é “como acabar com a ansiedade”.


A pergunta é:


como usar essa emoção da maneira certa?


A própria Tracy Dennis-Tiwary resume essa ideia com uma frase muito interessante:


“Aprender a ficar ansioso da maneira certa pode ser uma habilidade poderosa.”


Isso começa com três atitudes simples.


Primeiro, não entrar em pânico por sentir ansiedade.


A ansiedade não significa que algo está errado com você.


Muitas vezes ela aparece justamente quando algo importante está em jogo.


Segundo, ouvir o que a ansiedade está tentando mostrar.


Às vezes ela está apontando para algo que precisa de preparação.


Uma conversa difícil.  

Uma decisão importante.  

Uma responsabilidade grande.


Terceiro, transformar a energia da ansiedade em ação consciente.


Planejar.  

Se preparar.  

Organizar os próximos passos.


Em vez de deixar a mente girando em pensamentos repetitivos, a pessoa usa essa energia para agir com direção.


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## Ansiedade sem direção vira sofrimento


Mas ansiedade com direção vira movimento.


Quando ela fica presa apenas dentro da mente, ela se transforma em ruminação.


A pessoa pensa sem parar.


Mas não resolve nada.


Quando a ansiedade encontra ação, ela vira preparação.


Foi exatamente isso que aconteceu com a pesquisadora quando seu filho estava doente.


A ansiedade não desapareceu.


Mas ela foi transformada em cuidado, planejamento e ação.


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## A ansiedade não precisa governar você


Ansiedade sempre fará parte da experiência humana.


Ela aparece quando algo importante está em jogo.


Quando enfrentamos o desconhecido.


Quando amamos alguém.


Mas ela não precisa se tornar uma prisão.


Quando compreendemos o papel dela, algo muda.


Ela deixa de ser apenas sofrimento.


E passa a ser um sinal de que algo na nossa vida merece atenção, preparo e cuidado.


A ansiedade pode visitar você.


Mas ela não precisa governar você.


Ela pode, inclusive, se tornar a energia que ajuda você a atravessar aquilo que parecia impossível.


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© Franciele Vargas. Todos os direitos reservados. Este conteúdo não pode ser reproduzido total ou parcialmente sem autorização prévia e expressa da autora.


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O erro de tentar proteger os filhos de toda dor

sábado, 7 de março de 2026

 





A geração emocionalmente frágil e o desafio da resiliência



No Brasil, estudos mostram um aumento muito expressivo dos suicídios entre adolescentes nas últimas duas décadas.


Entre 2000 e 2022, um estudo nacional apontou um crescimento de aproximadamente 120% nas taxas corrigidas de suicídio entre jovens de 10 a 19 anos.


Esses números não são apenas estatísticas.


São histórias interrompidas.

São quartos que ficaram silenciosos.

São pais que continuam colocando a mesa para alguém que não voltará.


Diante dessa realidade, muitas campanhas têm sido feitas — e elas são necessárias — contra o bullying, contra a violência, contra a crueldade nas escolas e nas redes sociais.


Mas há um ponto que raramente recebe a mesma atenção:


precisamos fortalecer emocionalmente nossos filhos.


Porque o mundo sempre terá críticas.

Sempre haverá rejeição.

Sempre existirão perdas, frustrações e injustiças.


Não podemos construir um mundo totalmente protegido para nossos filhos.


Mas podemos ajudá-los a construir uma mente mais preparada para atravessá-lo.


Uma criança emocionalmente fortalecida aprende, pouco a pouco, que:


• crítica não é destruição

• rejeição não é prova de desvalor

• frustração não é o fim

• sofrimento não é identidade

• um capítulo difícil não encerra uma história


Isso tem um nome:


resiliência.


Resiliência não é insensibilidade.

Não é ausência de dor.


Resiliência é sentir a dor — e ainda assim continuar caminhando.


O psiquiatra Augusto Cury costuma dizer algo profundamente verdadeiro:


nunca tivemos uma geração tão informada — e emocionalmente tão frágil.


Muitos jovens cresceram em ambientes onde os pais tentaram poupá-los de toda dor.


Resolveram cada problema.

Evitaram cada frustração.

Protegeram de cada conflito.


Mas, sem perceber, ao tentar evitar o sofrimento, acabaram também evitando o treinamento emocional da vida real.


Filhos não precisam apenas de proteção.


Precisam de referências humanas.


Precisam saber que seus pais também sofreram.

Que também foram rejeitados.

Que também choraram em silêncio em algum momento da vida.


Quando um pai ou uma mãe diz ao filho:


“Eu também passei por momentos difíceis.

Eu também me senti perdido.

Mas eu atravessei.”


Algo poderoso acontece dentro da mente dessa criança.


Ela entende que a dor não é o fim da história.


Pais que escondem completamente suas lutas podem transmitir, sem querer, uma ideia perigosa:


a de que a vida deve ser perfeita.


Mas quando os filhos percebem que seus pais também enfrentaram perdas, frustrações e medos — e continuam vivos, caminhando, tentando — eles aprendem uma das lições mais importantes da existência:


é possível sobreviver à dor.


Educar emocionalmente um filho não significa evitar que ele sofra.


Significa ensinar que o sofrimento não precisa governar sua identidade.


Significa ajudá-lo a transformar experiências difíceis em capítulos de aprendizado, não em sentenças definitivas.


A vida inevitavelmente escreverá páginas difíceis.


Mas a tarefa da educação emocional é ensinar nossos filhos a fazer algo extraordinário:


transformar a dor em memória,

a memória em aprendizado,

e o aprendizado em força para continuar vivendo.


Porque a dor pode até visitar uma história.


Mas ela não precisa ser a autora dela.


© Franciele Vargas. Todos os direitos reservados.

Este conteúdo não pode ser reproduzido total ou parcialmente sem autorização prévia e expressa da autora.


Reflexões como esta também estão presentes no livro “Deus Também Vê as Borboletas”, de Franciele Vargas, que aborda a relação entre fé, sofrimento emocional e esperança.


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link do video +120% Suicídio em Adolescentes — O Que Está Acontecendo?


Você Aguentaria a Vida que Davi Viveu? Ou Teria Depressão?

quinta-feira, 5 de março de 2026




 A história de Davi mostra que fé não significa ausência de tristeza


Você aguentaria a vida que Davi viveu?


Ou teria depressão?


Antes de qualquer análise teológica, é preciso entender uma coisa fundamental:


Davi não era um homem sem tristeza.


Ele era um homem que decidiu que a tristeza não governaria o seu futuro.


E talvez essa seja a mensagem mais urgente para quem está lendo este texto agora.



O menino que nem o próprio pai enxergava


Davi não começou no trono.

Ele começou no campo.


Quando o profeta Samuel foi à casa de Jessé para ungir um rei, todos os irmãos foram chamados.


Todos.


Menos ele.


O pai não pensou nele.

O pai não o considerou.

O pai não o enxergou como possibilidade.


Você consegue imaginar o que isso faz com a alma de um menino?


A rejeição paterna é uma das dores mais silenciosas que existem.


Ela não deixa hematomas visíveis, mas cria perguntas profundas:


“Eu não sou suficiente?”

“O que há de errado comigo?”


Davi cresceu no campo, cuidando de ovelhas.


Longe dos aplausos.

Longe do centro.

Longe do reconhecimento.


O campo forjou sua coragem, mas também aprofundou sua solidão.



Antes de enfrentar Golias, ele enfrentou o desprezo


Quando Davi aparece na guerra levando comida aos irmãos, o irmão mais velho o humilha.


Questiona suas intenções.


Despreza sua presença.


Antes de enfrentar Golias, Davi enfrentou o desprezo.


Antes de derrubar gigantes externos, ele precisou suportar gigantes internos:

insegurança

desvalorização

invisibilidade



O homem que ajudava… e era perseguido


Depois veio Saul.


Primeiro o amor.


Depois a inveja.


Depois o ódio.


Davi tocava harpa para aliviar a angústia de Saul.


E Saul tentava matá-lo com uma lança.


Você já foi ferido por alguém que tentou ajudar?


Já foi atacado por quem serviu?


Davi foi.



A promessa que parecia nunca se cumprir


Davi foi ungido rei.


Mas viveu anos como fugitivo.


Dormindo em cavernas.


Fugindo no escuro.


Ouvindo passos atrás de si.


Sentindo o peso da promessa e o silêncio da realidade.


Imagine carregar uma promessa divina e viver uma vida que parece contradizê-la todos os dias.


Isso cria conflito interno.


Isso testa a mente.



Quando o rei cai


Quando finalmente chega ao trono, Davi cai.


No auge do poder, ele olha para Bate-Seba.


Toma o que não é seu.


Usa sua autoridade para satisfazer o desejo.


Depois manda matar Urias, um homem leal e inocente.


Isso não foi um erro pequeno.


Foi uma falência moral.


Quando o profeta o confronta, Davi não se justifica.


Ele quebra.


Ele escreve o Salmo 51.


Ele admite.


Ele sente culpa.


Ele sente vergonha.


Ele sente dor.


E o filho daquele relacionamento morre.


Davi jejua.


Chora.


Deita no chão.


E quando a criança morre, ele se levanta.


Não porque não doa.


Mas porque decide que a dor não pode ser o fim da sua história.



A tragédia dentro da própria casa


Mas a tragédia familiar não para.


A casa de Davi vira um campo de guerra.


Amnom estupra sua irmã Tamar.


Absalão mata o próprio irmão.


Depois se rebela contra o pai.


Toma o trono.


E Davi precisa fugir novamente.


Um rei fugindo do próprio filho.


Quando Absalão morre, Davi grita:


“Meu filho… quem me dera morrer em teu lugar.”


Isso não é apenas luto.


É culpa.


É um pai perguntando a si mesmo onde falhou.



O segredo da mente de Davi


A vida familiar de Davi foi uma sucessão de tragédias.


E ainda assim ele não enlouqueceu.


Não endureceu.


Não desistiu.


Por quê?


Porque Davi fazia algo que poucos fazem.


Ele não reprimia a dor.


Ele transformava a dor em diálogo com Deus.


Ele escrevia.


Ele cantava.


Ele chorava.


Ele dizia:


“Por que estás abatida, ó minha alma?”


Ele conversava com o próprio interior.


Ele não negava a tristeza.


Ele a atravessava.



A lição final


Davi não era um homem sem tristeza.


Ele era um homem que decidiu que a tristeza não governaria seu destino.


Ele sentia medo.


Mas dizia:


“Quando eu estiver com medo, confiarei.”


Ele sentia culpa.


Mas se arrependia, em vez de fugir.


Ele sentia abandono.


Mas buscava a presença.


Ele sentia fraqueza.


Mas continuava andando.


Talvez você esteja profundamente fraco hoje.


Talvez sua casa esteja desorganizada.


Talvez você carregue culpas.


Talvez tenha sido rejeitado por quem deveria ter protegido.


Talvez sua mente esteja cansada de lutar.


Então aprenda com Davi.


Não negue sua dor — expresse-a.


Não transforme culpa em autodestruição — transforme em arrependimento e mudança.


Não permita que a tristeza seja o capítulo final.


Não espere sentir força para agir — aja mesmo fraco.


Não silencie sua alma — converse com ela.


Você não precisa ser perfeito para ser segundo o coração de Deus.


Você precisa ser ensinável.


Sensível.


Quebrantável.


Capaz de voltar.


Davi não foi definido pelos seus piores erros.


Nem pelas suas maiores tragédias.


Ele foi definido pela direção do seu coração.


E talvez hoje você precise tomar a mesma decisão que ele tomou tantas vezes:


continuar.



Se essa mensagem tocar alguém que esteja lutando profundamente com pensamentos de desistência, procure ajuda.


🇺🇸 Estados Unidos: 988

🇧🇷 Brasil: CVV 188


Você não precisa atravessar a dor sozinho.



Se esse tipo de reflexão ajuda você a entender melhor a si mesmo,

se inscreva no canal.


Porque cuidar da mente também é cuidar da alma.


Eu sou Franciele Vargas.

E nos vemos no próximo vídeo.

https://youtu.be/4TQTbDQP7Ks?si=SPNIXDuRKp7sd8gB


© Franciele Vargas. Todos os direitos reservados.

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Você acha que está deprimida… mas pode ser hormônio em queda


 Quando tristeza, cansaço e irritação podem ter origem hormonal — e não apenas emocional


Muitas mulheres começam a sentir algo estranho dentro de si e imediatamente pensam:


“Estou entrando em depressão.”


Mas nem sempre é isso.


Às vezes, o seu corpo está apenas gritando por hormônio e vitaminas — e ninguém explicou isso para você.


Você não virou fraca.

Você não perdeu a fé.

Você não “esfriou”.


De repente, você começa a acordar às três da manhã com o coração disparado.


Fica irritada com quem ama.


Perde a vontade de levantar da cama.


O banho vira esforço.


A comida perde a graça.


O marido encosta e você não sente nada.


E então você chora escondida.


É nesse momento que muitas mulheres concluem:


“Estou deprimida.”


Mas antes de chegar a essa conclusão, vale fazer uma pergunta importante:


Isso começou de repente?


Você sempre foi assim?


Porque quando o estrogênio começa a cair, ele não afeta apenas o sistema reprodutivo.


Ele também influencia profundamente o cérebro.


O estrogênio participa da regulação de substâncias fundamentais para o equilíbrio emocional, como:

serotonina

dopamina

sono

estabilidade emocional


Quando esse hormônio despenca, o cérebro pode entrar em desequilíbrio.


A mulher começa a sentir coisas que nunca sentiu antes e passa a acreditar que está ficando louca.


Mas muitas vezes o que está acontecendo é a entrada na perimenopausa.


E quase ninguém fala disso com clareza.



Quando o problema pode ser deficiência nutricional


Outro fator pouco discutido é o impacto das vitaminas e minerais no humor.


Por exemplo:


Vitamina B12 baixa pode provocar tristeza profunda, falta de energia intensa e sensação de mente lenta.


Vitamina D baixa está associada ao aumento do risco de sintomas depressivos.


Ferro baixo pode causar exaustão tão intensa que até pensar se torna difícil.


Alterações na tireoide também podem imitar sintomas de ansiedade ou depressão, causando palpitações, irritabilidade ou apatia.


Isso não é “coisa da sua cabeça”.


É bioquímica.



Existe um tipo de depressão que nasce no corpo


Na medicina existe algo chamado depressão secundária a condição médica.


Ela pode surgir por:

deficiência nutricional

desregulação hormonal

alterações metabólicas


E muitas vezes melhora quando a causa física é identificada e tratada.


Mas é importante deixar algo claro.


Isso não significa que toda depressão seja causada por hormônios ou vitaminas.


Depressão maior existe.


Transtornos psiquiátricos existem.


E precisam de acompanhamento sério.


O problema é que existe um grande grupo de mulheres sendo medicadas para depressão quando o problema começou no desequilíbrio hormonal.


E existe outro grupo que sofre em silêncio porque acredita que tudo isso é fraqueza.



Antes de se condenar, investigue


Se você:

tem mais de quarenta anos

começou a ter insônia de repente

sente palpitações sem explicação

perdeu energia de forma abrupta

está irritada o tempo todo

percebe falhas de memória

está com libido zero


Antes de se culpar, investigue.


Peça exames.


Converse com um médico que entenda de climatério.


Avalie suas vitaminas.


Verifique sua ferritina.


Observe sua tireoide.


Porque às vezes não é que você perdeu a alegria.


É que o seu corpo está desregulado.


E isso tem tratamento.



Se esse tipo de reflexão ajuda você a entender melhor a si mesmo,

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Porque cuidar da mente também é cuidar da alma.


Eu sou Franciele Vargas.

E nos vemos no próximo vídeo.



© Franciele Vargas. Todos os direitos reservados.

Este conteúdo não pode ser reproduzido total ou parcialmente sem autorização prévia e expressa da autora.


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