Franciele Vargas: quando a dor não tem nome, mas a alma pede cuidado

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

 Há dores que não sangram, mas cansam.

Dores que não aparecem em exames, mas pesam no corpo inteiro.

Dores que fazem a pessoa sorrir por fora enquanto, por dentro, tudo parece em silêncio demais.


Escrevo porque acredito que a saúde mental também precisa de linguagem, de espaço e de escuta. Nem sempre há respostas rápidas. Nem sempre há cura imediata. Mas há caminhos — e há encontros que salvam.


Sou Franciele Vargas, jornalista e escritora. Minha escrita nasce do contato com histórias reais, com pessoas que aprenderam a sobreviver antes mesmo de aprender a viver. Ao longo da vida, vi de perto como o sofrimento emocional pode aprisionar, confundir e isolar. Vi também como a fé, quando não é usada como cobrança, pode ser abrigo.


Este blog nasce como um lugar seguro.

Aqui falaremos sobre:


  • saúde mental
  • dor emocional
  • silêncio, fé e reconstrução
  • processos internos que ninguém vê



Sem romantizar o sofrimento.

Sem prometer fórmulas fáceis.

Com verdade, respeito e humanidade.


Sou autora do livro Deus Também Vê as Borboletas, uma obra que aborda a transformação interior de quem viveu tempo demais em estado de sobrevivência. A borboleta, aqui, não é símbolo de pressa, mas de processo. Antes das asas, existe o casulo.


Se você chegou até aqui, talvez esteja cansado.

Talvez esteja tentando entender o que sente.

Ou talvez só precise saber que não está sozinho.


Este é apenas o começo.


Com carinho,

Franciele Vargas


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